"Ideologia... eu quero uma pra viver..." - já cantava Cazuza nos anos 80.
2024 é ano de eleições municipais. Vamos votar para vereadores e prefeito.
Na sociedade há trocentos interesses: os dos empresários e comerciantes, os do ramo da educação e do transporte, os da área da saúde e segurança, os do crime organizado etc... Cada grupo puxando a brasa para sua sardinha.
Isso não está completamente errado. É legítimo que as pessoas se reúnam e se organizem por interesses comuns e que tenham representação política para defender suas pautas.
Mas, para conseguirem seus objetivos - serem eleitos -, eles fingem ter interesse em pautas populares para conquistarem votos de cidadãos simples, ingênuos.
É comum que candidatos - que se elegem com o apoio popular -, depois de eleitos, votem contra o povo pobre, aprovando pautas que favorecem empresários ricos e prejudicam os desfavorecidos.
Por isso, é fundamental que o povo pobre se conscientize e se organize para ter sua própria representação política para defender suas pautas: serviços públicos de qualidade, oportunidades de formação profissional e diversão saudável para a juventude, proteção do meio-ambiente, assistência aos idosos e pessoas em situação de rua etc.
O voto é o poder do povo! O cidadão simples deve votar em candidato que, de verdade, vai defender seu interesse - e não o interesse dos que se acham melhores na sociedade.
Que o cidadão simples deixe de ser ingênuo e não venda a sua alma ao diabo, votando e candidatos que fingem defender o povo, mas só favorecem os empresários ricos.
Mas há candidatos comprometidos com os interesses do povo? De fato, são poucos pouquíssimos. Tomemos cuidado para não comprar gato por lebre.
- Você ainda acredita na política partidária, no processo democrático?
- Conhece candidatos pobres que foram eleitos e, de fato, defenderam os interesses dos pobres, e não os dos economicamente poderosos?
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