O chamado "palavrão" na realidade são expressões utilizadas em diversas circunstâncias e finalidades, geralmente formadas por palavras vulgares e/ou agressivas.
Nem todo "palavrão" é ofensivo, ainda que causem espanto e perplexidade, principalmente em lugares impróprios e àqueles que têm maior pudor.
Muitas pessoas recorrem ao "palavrão" para indicar intensidade. Seria um sinônimo para imenso, abundante, minúsculo, insuficiente.
Outras usam o "palavrão" quando estão surpresas, espantadas, assustadas ou expostas por muito tempo a situações exaustivas ou irritantes. Seria como uma interjeição, um desabafo emocional.
Mas, sim, há pessoas que fazem uso do "palavrão" para ofender gravemente, seja à própria pessoa, seja aos seus familiares, despertando a ira, a gritaria, a agressão física. Esse uso é absolutamente reprovável!
Em linhas gerais, convém aos bons modos e à convivência civilizada, eliminar o uso do "palavrão", particularmente diante de crianças e pessoas idosas, sobretudo publicamente.
Pessoas públicas devem se privar do "palavrão", já que são influenciadoras de opinião e educadoras.
Ainda que indesejável, entre pessoas adultas e próximas, desde que não seja de natureza ofensiva e agressiva, o uso lúdico do "palavrão" é compreensível na vida privada. O problema é que se torna um vício e pode ser levado a outras instâncias.
Convém enriquecer o vocabulário a fim de aprender e utilizar palavras mais apropriadas para se expressar, substituindo aquelas de baixo calão.
Pessoas que recorrem ao "palavrão" costumam ser consideradas mal-educadas, vulgares e agressivas, inspirando desconfiança.
Seja desestimulado o uso do "palavrão".
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