terça-feira, 5 de abril de 2022

O "palavrão"

O chamado "palavrão" na realidade são expressões utilizadas em diversas circunstâncias e finalidades, geralmente formadas por palavras vulgares e/ou agressivas.

Nem todo "palavrão" é ofensivo, ainda que causem espanto e perplexidade, principalmente em lugares impróprios e àqueles que têm maior pudor.

Muitas pessoas recorrem ao "palavrão" para indicar intensidade. Seria um sinônimo para imenso, abundante, minúsculo, insuficiente.

Outras usam o "palavrão" quando estão surpresas, espantadas, assustadas ou expostas por muito tempo a situações exaustivas ou irritantes. Seria como uma interjeição, um desabafo emocional.

Mas, sim, há pessoas que fazem uso do "palavrão" para ofender gravemente, seja à própria pessoa, seja aos seus familiares, despertando a ira, a gritaria, a agressão física. Esse uso é absolutamente reprovável!

Em linhas gerais, convém aos bons modos e à convivência civilizada, eliminar o uso do "palavrão", particularmente diante de crianças e pessoas idosas, sobretudo publicamente.

Pessoas públicas devem se privar do "palavrão", já que são influenciadoras de opinião e educadoras.

Ainda que indesejável, entre pessoas adultas e próximas, desde que não seja de natureza ofensiva e agressiva, o uso lúdico do "palavrão" é compreensível na vida privada. O problema é que se torna um vício e pode ser levado a outras instâncias.

Convém enriquecer o vocabulário a fim de aprender e utilizar palavras mais apropriadas para se expressar, substituindo aquelas de baixo calão.

Pessoas que recorrem ao "palavrão" costumam ser consideradas mal-educadas, vulgares e agressivas, inspirando desconfiança.

Seja desestimulado o uso do "palavrão". 


- Como deixar um mal hábito?

- Você realmente deseja ser uma pessoa melhor?

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O Protestantismo e a Modernidade

O Protestantismo iniciou na Europa com Martinho Lutero (1483 a 1543) na Modernidade (século XV ao XVIII). A Idade Média se caracterizava com...