Os padres do YouTube, do Instagram, do TikTok...
Têm milhares de seguidores, consumindo seus conteúdos diários.
Têm mais influência do que os padres das paróquias, do que os bispos das dioceses. Só perdem mesmo para o Papa.
Muitos se acham o supra sumo da Liturgia, da Moral, da Tradição. Nem o Papa nem os bispos são tão radicais como alguns deles.
Parece que se esquecem da permitida e saudável diversidade pastoral, da paciência histórica.
Será que o "luz, câmera, ação" os envaideceu? Será que as curtidas e os algoritmos lhes fechou o coração?
Radicais falando para radicais. Isso me cheira a protestantismo. Entre eles há quem fale mal da Hierarquia e do Magistério da Igreja.
Entendo que é urgente que os padres midiáticos sejam acompanhados pelos pastores da Igreja.
Ter um microfone na mão diante de uma câmera é poder demais para alguns.
Alguns conteúdos, em vez de gerar unidade nas paróquias, produz divisão entre padres e leigos, entre perfeitos e imperfeitos, entre "sabe-tudo's" e ignorantes.
Os padres das paróquias passam a ser considerados pouco piedosos, pouco inteligentes, pouco interessantes; e as igrejas se esvaziam.
Os padres das paróquias servem só para as confissões. E como mandam seus seguidores para o confessionário! Tudo é pecado. Tudo é anti-litúrgico. Tem que se confessar toda semana. Aff.
Deveriam é falar do compromisso com a própria paróquia, com a comunidade local, com o dízimo e ofertas, com os pobres do bairro, isso sim.
#prontofalei
- Por que as pessoas trocam os padres das paróquias pelos padres do YouTube, do Instagram, do TikTok?
- Como os bispos deveriam acompanhar os padres midiáticos que têm milhares de seguidores?
Nenhum comentário:
Postar um comentário