terça-feira, 11 de junho de 2019

Hábitos de higiene

A necessária convivência entre as pessoas requer que sejam respeitadas algumas normas mínimas. O cumprimento ou não de tais regras reflete na qualidade desta convivência social. O que inicia na privacidade do lar junto à família em seguida se projeta nos relacionamentos afetivos, na vida profissional e também na vida fraterna em comunidade.

Parte das normas de convivência se refere à higiene pessoal, ao saudável cuidado e apresentação do corpo que, se por um lado tem uma dimensão estética, tem igualmente um aspecto de prevenção de doenças, além - é evidente - de estimular e fortalecer a sociabilidade e os vínculos afetivos.

A principal etapa para estimular os hábitos de higiene pessoal é a infância, quando a criança está mais dócil para acolher dos pais nas casas e dos educadores nas escolas os cuidados a serem dispensados ao corpo (boca, mãos, cabelos, axilas, pés, órgãos genitais etc), bem como as técnicas mais efetivas, com melhores resultados, utilizando os produtos de higiene (creme e escova dentais, sabonetes, xampus, escova e pente, desodorantes e perfumes, talcos, absorventes íntimos etc).

Pais e educadores sabem que, após a infância, de tempos em tempos, é sempre importante reforçar os estímulos para os hábitos de higiene, especialmente na adolescência, durante a puberdade, quando os hormônios transformam os corpos e requerem novos cuidados.

É verdade: falar sobre higiene pessoal é sempre incômodo e desconfortável, mas é a função dos pais e educadores, como também dos familiares, amigos mais próximos e namorada, namorado, esposa, esposo.

É muito comum que uma pessoa com maus odores nem perceba a situação, já que o nariz se acostuma ao cheiro e o olfato não se incomode. Por isso é importante que as pessoas próximas, por amor e com carinho, avisem sobre o que está ocorrendo.

De fato, quem cuida bem do próprio corpo e da aparência está demonstrando a sua auto-estima, saudável amor por si mesmo, e também o carinho e respeito que tem pelos demais, apresentando a melhor versão de si próprio.

Os familiares, os amigos, os companheiros de estudos e de trabalho, a namorada, o namorado, a esposa, o esposo, os filhos, os clientes e patrões, os irmãos de comunidade, não são obrigados a aceitar passivamente situações incômodas e constrangedoras geradas pela ausência de higiene pessoal.

Em casos extremos, maus odores podem ser produzidos por disfunções orgânicas ou por doenças, que devem ser tratadas clinicamente com a administração de medicamentos, sob orientação médica profissional.

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