“Suba a minha oração
diante da tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o
sacrifício da tarde” (Salmo 141, 2).
“A fumaça dos incensos
subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus"
(Apocalipse 8, 4).
Em muitas religiões, o
incenso é utilizado para adorar as divindades. Um dos presentes oferecidos ao
recém-nascido Jesus pelos magos do oriente foi justamente o incenso,
reconhecendo-Lhe a divindade.
A fumaça do incenso
envolve o ambiente celebrativo da presença sagrada que, ao mesmo tempo,
revela-se e se oculta.
O perfume do incenso é associado à alegria no Espírito Santo.
Tudo e todos que são
incensados são apresentados e envolvidos por Deus.
Uma vez que a Liturgia busca chegar ao homem completo (corpo, mente e
espírito), o incenso envolve os sentidos da visão, olfato e audição (som das
correntes do incensário).
A utilização do incenso reveste de solenidade alguns ritos litúrgicos, como a
proclamação do Evangelho, a apresentação das oferendas, a adoração eucarística.

Amém! Assim seja Padre
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