- Mas você é da Igreja?
- Não, mas...
- Você acredita em Deus?
- Também não, mas...
- Então chega, meu amigo. Acabou a conversa! Você quer falar do que não sabe, do que não crê... Se você tivesse vontade de acreditar, eu teria a obrigação de transmitir a fé a você... Mas definitivamente não é o caso. Você só está querendo "causar", "lacrar"... E eu não vou dar IBOPE pra você... Sinto muito.
- Eu tenho o direito de falar sobre qualquer coisa, a qualquer pessoa, onde e quando eu quiser!
- E eu tenho o direito de escutar somente a quem me acrescente, o que me edifique. E não é o seu caso!
- Você é frágil. Não aceita as críticas porque doem, porque descontroem a sua fé pouco convicta.
- Eu sou frágil? Ou será você que é um vaidoso, querendo chamar a atenção, dando uma de sabe-tudo, manipulado por influenciadores do TikTok e Instagram? Ah, faça-me o favor! Você me cansa!
- Você está fugindo. Sabe que os meus argumentos são fortes, que não tem como rebatê-los!
- Você não deu uma chance pra Deus, pra Cristo, e agora fica falando mal deles? Deveria sentir vergonha de si mesmo. Você é um preguiçoso intelectual. Contentou-se com meia dúzia de pseudo-verdades e acha que já conhece tudo sobre Deus. Recolha-se na sua insignificância, ateuzinho de meia tigela... Fui...
- Volte aqui... Volte aqui...
- Por que os ateus criticam tanto a Deus, a Cristo, à Sagrada Escritura?
- Até que ponto devemos dar atenção às críticas dos supostamente ateus?
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