- Você precisa perdoar a si mesmo.
- Eu não mereço ser perdoado.
- Não fale assim.
- Falo, sim. Porque é verdade. Fui um péssimo filho pra minha mãe. Quando ela mais precisou de mim, eu não estive do lado dela. Ela deve ter morrido de desgosto.
- Meu amigo, você não é mais aquela pessoa. Você mudou, amadureceu.
- Não tem um dia que eu passe sem me lembrar dessas coisas. Dói a minha alma. Mereço sofrer de remorso.
- Não, você não merece. Entregue esse sentimento de culpa a Jesus. Confesse seus pecados. Receba a absolvição. E viva na alegria da reconciliação.
- Será que Deus me perdoa?
- Com certeza. Não duvide disso.
- Já me confessei, mas ainda me sinto culpado. Sou eu que não me perdôo.
- Se Deus - que é Deus - perdoou você, por que você não faz o mesmo? Não viva no passado. Liberte-se e viva o hoje!
- Falar é fácil. O difícil é fazer.
- Meu amigo, se você não está conseguindo sozinho, peça ajuda a um psicólogo. Faça terapia para se aceitar e se perdoar. O importante é não fazer da vida um inferno.
- Estou precisando de ajuda, sim.
- Você tem uma esposa incrível e dois filhos maravilhosos. Eles merecem vê-lo bem, em paz.
- Obrigado pelas suas palavras.
- Não há de quê, amigo.
- Você já perdoou a si mesmo dos pecados cometidos no passado?
- Por que a terapia é tão importante para a auto-aceitação e para o auto-perdão?
Nenhum comentário:
Postar um comentário