Eu gosto dela e hoje quis lhe dar R$ 50,00. Ela não esperava. Ficou surpresa. Pegou e agradeceu com um abraço.
Mês que vem, dou-lhe outros R$ 50,00. Ela novamente se surpreendeu. Pegou e agradeceu, me abraçando.
No seguinte mês, ela já espera meus R$ 50,00. Já não é surpresa. Guarda o dinheiro e me abraça.
No próximo mês, ela já se sente no direito de receber o dinheiro e me cobra, até que lhe dê e mereça ser abraçado.
Passado outro mês, ela já acha que tenho a obrigação de dar o dinheiro, pois ela já tinha gastos a serem pagos com ele.
No último mês, ela fica emburrada porque criei um benefício, a deixei mal acostumada e, logo, não dei continuidade. E resolveu acabar com a amizade.
- Quem errou nessa história? Aquele que criou o benefício e não o manteve? Ou aquela que se sentia no direito de recebê-lo?
- Nem demais, para não mal acostumar, nem de menos, para não deixar de valorizar. Comente a frase.
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