- Você foi maçom, né?
- Fui, por uns dez anos.
- Por que você se tornou maçom?
- Fui convidado por amigos próximos que eram maçons. Achei interessante pelas atividades sociais que realizavam em prol dos necessitados, pela rede de apoio entre os maçons, pelo reconhecimento da sociedade. Então conversei com minha esposa e ela me autorizou.
- E por que você deixou de ser maçom?
- Eu não sabia que a maçonaria era condenada pela Igreja Católica. Quando me contaram, fui tirar as dúvidas com um padre. Ele foi muito amável e me explicou que é incompatível a compreensão de Deus da maçonaria e do cristianismo, que as lideranças maçons não reconheciam a autoridade e os ensinamentos do Papa, que os segredos internos da maçonaria são indícios de ocultismo e heresias, que a rede de apoio dos maçons era contrária à caridade cristã universal.
- Entendi. Então você deixou a maçonaria.
- Sim. Quando me tornei maçom, eu era um católico não praticante, pouco esclarecido. Aos poucos eu e minha esposa começamos a participar mais assiduamente da Igreja e percebi que a maçonaria já não fazia sentido para mim. Para assumir um serviço na Igreja, tive que ser coerente com os seus ensinamentos.
- Hoje você é um ministro da Igreja. Que bonito!
- Sim. Ainda tenho amigos na maçonaria. Eu os respeito. A maioria nem sabe dos posicionamentos das lideranças maçons. Eu rezo por eles para que, assim como eu tive um despertar espiritual, um dia eles também se tornem católicos fervorosos e coerentes.
- Por que é incompatível a visão de Deus da maçonaria e do cristianismo?
- Como ajudar os maçons a deixarem a maçonaria e se tornarem católicos fervorosos?
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