Está complicado ouvir música boa ultimamente.
Os repetitivos temas costumam ser a intimidade sexual livre, geralmente fora do casamento, noivado, namoro. Fala-se dos órgãos genitais (predominantemente masculino) e dos movimentos e posições. Não há amor, apenas desejo de copular, assim mesmo: instintivamente, como bichos (nossa racionalidade e afetividade tão humanas são ignoradas). Realiza-se o ato no chão, atrás da porta, nas escadarias, na praia, nos becos...
Geralmente os envolvidos têm uma relação estável de péssima qualidade e buscam fora o que não encontram dentro.
Também é comum pagar traição com traição, na mesma moeda.
Essa monotonia artística tão miserável em composições caiu na graça das pessoas que imitam as "coreografias" (se é que merece essa classificação pela baixíssima qualidade) presentes nos videoclipes e stories das redes sociais, protagonizadas por mulheres e homens seminus que não têm senso de ridículo.
Impregnaram o pagode, o sertanejo, o hip-hop, o axé, o pop... O funk, o brega-funk, a "pisadinha" são seu habitat mais natural.
Cuidado com as músicas que você, sua família e amigos consomem. Há mensagens diretas e indiretas que querem estabelecer novos valores e comportamentos, uma mentalidade diametralmente oposta ao que ensina Jesus Cristo e a Igreja.
Fala-se de abuso de álcool, de consumo de drogas ilícitas, com apologia ao machismo, à objetificação da mulher, à violência, ao crime organizado...
"Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém" (I Coríntios 6, 12).
Reflitamos o assunto entre nós adultos e também com os jovens.
- Que tipo de música se consome nos ambientes que você frequenta?
- Como você se sente em relação à pobreza musical da atualidade?
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