quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

A degradação moral pela música

Está complicado ouvir música boa ultimamente.

Os repetitivos temas costumam ser a intimidade sexual livre, geralmente fora do casamento, noivado, namoro. Fala-se dos órgãos genitais (predominantemente masculino) e dos movimentos e posições. Não há amor, apenas desejo de copular, assim mesmo: instintivamente, como bichos (nossa racionalidade e afetividade tão humanas são ignoradas). Realiza-se o ato no chão, atrás da porta, nas escadarias, na praia, nos becos...

Geralmente os envolvidos têm uma relação estável de péssima qualidade e buscam fora o que não encontram dentro.

Também é comum pagar traição com traição, na mesma moeda.

Essa monotonia artística tão miserável em composições caiu na graça das pessoas que imitam as "coreografias" (se é que merece essa classificação pela baixíssima qualidade) presentes nos videoclipes e stories das redes sociais, protagonizadas por mulheres e homens seminus que não têm senso de ridículo.

Impregnaram o pagode, o sertanejo, o hip-hop, o axé, o pop... O funk, o brega-funk, a "pisadinha" são seu habitat mais natural.

Cuidado com as músicas que você, sua família e amigos consomem. Há mensagens diretas e indiretas que querem estabelecer novos valores e comportamentos, uma mentalidade diametralmente oposta ao que ensina Jesus Cristo e a Igreja.

Fala-se de abuso de álcool, de consumo de drogas ilícitas, com apologia ao machismo, à objetificação da mulher, à violência, ao crime organizado...

"Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém" (I Coríntios 6, 12).

Reflitamos o assunto entre nós adultos e também com os jovens. 


- Que tipo de música se consome nos ambientes que você frequenta?

- Como você se sente em relação à pobreza musical da atualidade?

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