A Igreja Católica é como uma mãe.
Quando crianças, ela é firme com os filhos, sem perder a ternura. Faz valer a sua autoridade. Repreende e até põe de castigo se necessário, semeando valores e bons costumes.
Quando adolescentes e jovens, aos poucos ela vai soltando as rédeas dos filhos, permitindo ser questionada e aceitando alguns pequenos defeitos, não sem decepção e tristeza.
Quando adultos, ela sofre ao ver os erros e desvios dos filhos, angustiada porque eles não ouviram seus conselhos, mas sem perder a esperança de que, um dia, as sementes plantadas e regadas em lágrimas finalmente darão seus frutos.
Muitas igrejas e religiões costumam infantilizar seus adeptos, subestimando sua inteligência, decidindo por eles e punindo rigorosamente a menor desobediência.
Qual é a melhor? E a pior? Já fiz minha opção: sou católico apostólico romano.
Obrigado, Mãe-Igreja, por me transmitir valores, por confiar na minha capacidade de decisão, por perdoar minhas pequenas falhas, por nunca desistir de mim.
- Você gosta da forma que a Igreja lhe trata?
- Por que muitas igrejas e religiões tratam os seus adeptos de outra forma?
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