O padre é um católico diferenciado. Ele estudou muitos anos para poder ser ordenado padre. Foram três anos de Filosofia e outros quatro de Teologia. Ele passou pelo acompanhamento de formadores, diretores espirituais e professores das mais variadas áreas de conhecimento. Teve que ler e estudar diversos pensadores, filósofos e teólogos. Ele teve o aval de autoridades eclesiásticas para receber o sacramento da Ordem.
E, depois de ordenado, o padre tem uma rotina diária de oração, de leituras, de reuniões - sozinho e com os demais membros do clero - para se atualizar sobre os diferentes assuntos da atualidade.
O padre lê e aprofunda os principais documentos da Igreja, sobretudo os mais recentes, discutindo e debatendo ideias.
Ou seja, o padre deve ser respeitado como uma autoridade nas questões religiosas, teológicas e pastorais. A palavra dele não é um "achismo", uma opinião entre tantas razoáveis. É palavra enraizada e alicerçada em anos de estudo, em atualizações, em reuniões constantes com a hierarquia da Igreja.
Ouçamos mais os padres, sejamos-lhes mais obedientes. Eles merecem todo o respeito. Se não entendemos algo do que dizem ou ensinam, peçamos esclarecimentos. Não julguemos mal os seus ensinamentos.
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