segunda-feira, 2 de maio de 2022

Dramas emocionais

Todos temos nossos dramas emocionais. Trazemos na mente e no coração feridas abertas pelas dificuldades da vida, tanto as atuais quanto as antigas.

Para iniciar um processo de cura, de libertação, é preciso reconhecer e assumir nossas feridas em vez de negá-las.

Nossa mãe e pai podem ter-nos rejeitado na concepção; nossa mãe pode ter tido complicações na gravidez e/ou no parto; nossa mãe e pai podem ter sido ausentes ou não nos terem dado o amor e a proteção que necessitávamos na infância; podemos ter passado privações materiais; podemos ter sofrido discriminação ou bullying na família ou na escola; podemos ter sido vítimas de violência verbal, física e/ou sexual; podemos ter perdido um ente querido próximo; podemos ter adoecido gravemente ou nos ter acidentado; podemos ter sido enganados ou traídos nas amizades, namoros, relacionamentos; podemos ter prejudicado gravemente alguém etc.

Situações semelhantes a essas deixam marcas profundas na vida das pessoas e daqueles ao seu redor. Há muita dor, lágrimas e sofrimentos, que geram ansiedade, estresse, depressão, hipertensão, oscilação de humor, agressividade, carência, submissão etc.

Todos precisamos de ajuda. Para que fingir que somos perfeitos? Para que julgarmos os demais? As pessoas não são obrigadas a aguentar nossos desvarios. Reajamos, deixemos a posição de vítimas, sejamos protagonistas da nossa história. Em vez de lamentar pelo passado (que não podemos modificar), dediquemo-nos a tornar melhor nosso presente e futuro, tomando as melhores decisões, inspiradas na fé, no amor, na esperança!

Jesus e o Espírito Santo são os melhores terapeutas que existem, mas é altamente recomendável a preciosa contribuição dos profissionais da área da Psicologia e Psiquiatria. 


- Há muitas feridas que a vida deixou na sua mente e coração? 

- Como você lida com os seus dramas emocionais atuais e antigos?

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