quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

#respeitoossacerdotes

A imensa maioria dos fiéis ama e respeita os sacerdotes, em geral, e os da própria paróquia, em particular.

Geralmente os fiéis reconhecem que os sacerdotes, sobretudo quando presidem os sacramentos, agem na pessoa de Cristo, agindo e falando em nome d'Ele, animados pelo Espírito Santo.

Na homilia, ao comentar as leituras e exortar os fiéis, é o próprio Cristo ressuscitado ensinando Seus discípulos através da voz do sacerdote, iluminado pelo Santo Espírito.

Claro, as qualidades e defeitos do sacerdote não desaparecem, mas não impedem nem limitam a ação do Espírito de Cristo.

Há sacerdotes mais místicos, mais politizados, mais comedidos, mais expansivos, mais tradicionais, mais criativos, mais carismáticos, mais intelectuais etc.

Cada sacerdote, a seu próprio modo, é um dom de Deus aos fiéis da Igreja. 

É natural que um fiel se identifique mais com um sacerdote que com outro, conforme as preferências pessoais.

Mas não é natural nem ético criticar um sacerdote publicamente, seja de modo presencial ou pelas redes sociais, porque não se identifica com sua forma de falar e pregar durante as missas.

Isso demonstra certa falência na formação cristã, especificamente no entendimento da vocação do sacerdote na dinâmica da Igreja.

Não se identifica com um sacerdote? Reze por Ele, converse pessoalmente com ele, conheça-o melhor e, se for o caso, participe da missa com outro sacerdote... Mas não fale mal dele pelas costas, não faça fofocas, intrigas, principalmente pela Internet...

Lembre-se: quando falamos mal de alguém aos demais, quem critica fica pior que quem é criticado.

Faça parte do movimento #respeitoossacerdotes


- O que leva alguém a falar mal de um sacerdote?

- Com qual tipo de sacerdote você se identifica?

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