Que tão pouco parece valer a vida humana... E menos ainda a das negras e negros!
Estarrecidos acompanhamos, nesta semana, a lamentável notícia do espancamento até a morte do estrangeiro congolês Moïse, no Rio de Janeiro, e do trabalhador e pai de família Durval, assassinado por um vizinho que era sargento da Marinha, em São Gonçalo.
Não podemos nos acostumar com essas barbaridades, menos ainda nós, que nos declaramos cristãos e discípulos de Jesus, caminho, verdade e vida.
Precisamos ganhar as avenidas e praças, em manifestação pacífica mas ruidosa, chamando a atenção das autoridades e da cidadania, pois não somos cegos, surdos nem mudos, tampouco omissos diante do mal reinante.
Maria, Mãe dos covardemente assassinados, caminha ao lado dos que, com Ela, proclamam: derrubou dos tronos os poderosos e exaltou os humildes.
Basta de impunidade! A vida, sim, vale! Também a das negras e negros, irmãs e irmãos nossos!
- O que fazer para defender o valor absoluto da vida?
- Você é apenas um militante digital, ou é capaz de se manifestar publicamente?
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