segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Pastoral do WhatsApp

Quando ele surgiu, tornou-se uma útil ferramenta para as pastorais, divulgando informações importantes de modo fácil, rápido e barato a vários contatos ao mesmo tempo.

As pessoas liam e respondiam às mensagens, interagindo umas com as outras. Já não era necessário o "olho-no-olho"; bastavam textos, áudios, imagens e vídeos. E tudo resolvido e decidido.

Mas os tempos mudaram... É preciso admitir: ninguém mais leva a sério mensagens de WhatsApp. As causas são várias... não vamos discutí-las agora.

Já não se pode insistir em estratégias ineficazes. É preciso voltar ao "olho-no-olho", conversar pessoalmente, visitar as pessoas nas suas casas, levar informações importantes por escrito...

O Whatsapp esfriou as relações humanas e comunitárias, tornou-nos mecânicos, automáticos, impessoais, genéricos.

Na atualidade, preferimos qualidade que quantidade, exclusividade que generalização, humanismo que tecnicismo.

Dependamos menos do WhatsApp. Reaprendamos a evangelizar de modo tradicional, simples e direto, como fizeram aqueles que nos antecederam, como nos tempos apostólicos. 


- Como é a sua experiência pessoal com o WhatsApp?

- O WhatsApp ainda tem utilidade para a pastoral?

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