Antes que nada, nosso incondicional respeito à diversidade sexual, um direito assegurado na constituição federal.
Nota-se em tempos recentes um esforço por colocar a temática LGBTQI+ na pauta dos meios de comunicação tradicionais e modernos.
Entende-se que tem crescido a violência verbal e física, inclusive com assassinatos cruéis, às populações LGBTQI+, e que a motivação para a exposição desta causa é garantir o direito à diversidade sexual, a integridade física de seus membros, superando preconceitos e gerando empatia social.
Mas o excesso de exposição tem gerado efeito contrário, uma sensação de imposição da pauta com critérios pouco objetivos, geralmente mais escandalizando que conscientizando. Em vez de gerar empatia, cria-se repulsão e desgaste.
Há pouco foi apresentado um Papai Noel gay. Pareceu-nos tão desnecessário. Caiu tão mal. Foi um tiro no pé. A estratégia foi péssima. E há muitas histórias semelhantes.
Respeitamos sinceramente a população LGBTIQ+ e esperamos dela o mesmo respeito. Certamente existem melhores estratégias para conscientizar e gerar empatia social.
Como você se vê afetado pela defesa da causa LGBTIQ+?
Como falar do assunto com respeito mútuo?
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